quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Hermann Hesse/Sidarta


Minha opinião

Em Sidarta, Hermann Hesse conta a história de um homem e sua busca por auto-conhecimento. Mas não pensem vocês que este é mais um livro de auto-ajuda, não serão ensinadas técnicas, não serão dadas dicas ou algo do tipo. A meu ver, a lição principal que podemos tirar ao lermos estas páginas é a coragem de um homem que deixa o conforto de seu lar em busca de si mesmo. Nesse longo caminho as dificuldades exteriores não são o problema maior, e sim, as dificuldades interiores. A difícil tarefa de mudar a si mesmo, idéias, opiniões e preconceitos. Mas esta é minha opinião, tire você as tuas. Viaje você também neste livro...


Sobre o autor

Hermann Hesse nasceu em 1877, em Calw (Alemanha), filho de missionários protestantes. Entra cedo em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça. Hesse trabalha, então, como livreiro. Dedica-se à poesia e publica Poemas (1902). Dois anos depois, o romance Peter Camenzind - história de um jovem que se rebela contra sua aldeia natal e foge - tem grande aceitação de crítica e público. O jovem escritor casa-se, mas continua revoltado contra o meio burguês e as convenções sociais - como se lê em Gertrud (1910). Muda-se para a Índia e conhece o budismo, que adotaria pelo resto da vida. Após o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, engaja-se em atividades contra o militarismo alemão. Em 1919, publica Demian, influenciado pelas idéias do psicanalista Carl G. Jung. Sidarta é de 1922.

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Sobre o livro

O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É iniciado nos jogos do amor por uma cortesã, mas só encontra a decadência e decide abandonar tudo. Torna-se então balseiro num rio junto ao sábio Vasudeva e só então conhece a redenção.

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1 comentários:

Anônimo disse...

O melhor livro que já lí em minha vida... e olha que já lí muitos !