Este espaço tem por finalidade indicar livros, despertando interesse e curiosidade em leitores e futuros leitores. Indicar links de Bibliotecas públicas, sites de downloads gratuitos, campanhas de incentivo a leitura, enfim, mostrar a importância e prazer de ter um livro entre as mãos.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Explicação
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Dee Brown/Enterrem meu coração na curva do rio
Minha opinião

Sobre o autor
É o eloquente e meticuloso relato da destruição sistemática dos índios da América do Norte. Lançando mão de várias fontes, como registros oficiais, autobiografias, depoimentos e descrições de primeira-mão, Dee Brown faz grandes chefes e guerreiros das tribos Dakota, Ute, Sioux, Cheyenne e outras contarem com suas próprias palavras sobre as batalhas contra os brancos, que, na segunda metade do século XIX, terminou por desmoralizá-los, derrotá-los e praticamente extinguí-los. Publicado originalmente em 1970, este livro foi traduzido para dezessete línguas e vendeu quatro milhões de exemplares. Com ele, Dee Brown, um dos maiores especialistas em história norte-americana, mudou para sempre o modo do mundo ver a conquista do Velho Oeste e a história do extermínio dos peles-vermelhas.
"Onde estão hoje os Pequots? Onde estão os narragansetts, os moicanos, os pokanokets e muitas outras tribos outrora poderosas de nosso povo? Desapareceram diante da avareza e da opressão do Homem Branco, como a neve diante de um sol de verão. Vamos nos deixar destruir, por nossa vez, sem luta, renunciar a nossas casas, a nossa terra dada pelo Grande Espírito, aos túmulos de nossos mortos e a tudo que nos é caro e sagrado? Sei que vão gritar comigo: Nunca! Nunca!"
"De quem foi a voz que primeiro soou nesta terra? A voz do povo vermelho que só tinha arcos e flechas... O que foi feito em minha terra, eu não quis, nem pedi; os brancos percorrendo minha terra... Quando o homem branco vem ao meu território, deixa uma trilha de sangue atrás dele... Tenho duas montanhas neste território - as Black Hills e a montanha Big Horn. Quero que o Pai Grande não faça estradas através delas. Disse estas coisas três vezes; agora venho dizê-las pela quarta vez."
sexta-feira, 17 de agosto de 2007

segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Respondendo ao MEME
Los Hermanos - CD Luau MTV - Outro Alguém
Engenheiros do Havaí - CD Acústico MTV - Pose
AC/DC - Back in black
Pitty - CD Anacrônico - Déjà vu
Canto dos Malditos na Terra do nunca - CD Olha minha cara - Olha minnha cara
terça-feira, 17 de julho de 2007
A biblioteca mágica de Bibbi Boken
Sobre os autores
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Em postagem anterior foi indicado o livro "O mundo de Sofia" de autoria de Jostein Gaarder para saber um pouco mais sobre este autor clique sobre o nome.
Sobre o livro
O livro conta como dois primos adolescentes vão descobrindo a capacidade que as histórias têm de nos transportar a lugares aonde só a nossa imaginação pode nos levar. Depois de passarem as férias juntos, eles decidem se comunicar por meio de um livro de confidências e, então, embarcam em uma aventura cheia de mistérios que envolve lugares e personagens surpreendentes. A misteriosa Bibbi Bokken guarda um segredo que eles não se cansam de investigar, nem mesmo tendo de passar por situações de arrepiar os cabelos. Os dois estão decididos a descobrir como é e o que guarda A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken. Embarque você também nessa aventura!
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Gabriel José Garcia Márquez/Memória de minhas putas tristes
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O livreto não pode ser chamado de romance, seja porque é de fato um livreto, com suas 128 páginas impressas com um corpo de letra bem grande, seja porque possui, se tanto, três personagens. É o narrador (um homem sem nome ou sobrenome), uma cafetina gorda e velha e uma menina jovem e virgem. É uma novela, boa novela. Rosa Cabarcas é a prostituta-mor que tem a missão de conseguir uma adolescente pura com quem o antigo-jornalista-aposentado-e-antiquado possa comemorar os seus 90 anos de vida numa noite de esbórnia. Narrado em primeira pessoa, e muito bem escrito, com a maestria técnica a que só um escritor do gabarito e do talento de Gárcia Márquez consegue chegar, o personagem por vezes não consegue convencer aquele para quem fala de que é, sim, um senhor de 90 anos. A impressão que se tem é que o homem pode ter 30, 49 ou 65 anos. Quando ele diz que vive “numa casa colonial na calçada de sol do parque de San Nicolkás, onde passei todos os dias da minha vida sem mulher nem fortuna...”, está bem, parece um ancião relembrando dias longínquos. Talvez falte ali uma dor, uma rabugice, uma dificuldade qualquer, algo mais característico da idade avançada, física ou psicologicamente. Nem resmungão, nem doente, nem casmurro, nem nada. É alguém falando, e poderia ser o próprio leitor a contar sua história, independente de quantos carnavais já pulara. Trechos como “E me acostumei a despertar cada dia com uma dor diferente que ia mudando de lugar e forma, à medida que passavam os anos. Às vezes parecia ser uma garrotada da morte e no dia seguinte se esfumava” repõem as coisas no lugar. Mas são bem raros. Por ser uma obra de curto fôlego e por ser muito bem escrita, lê-se Memórias de Minhas Putas Tristes de uma sentada, em uma ou duas horas. É recompensador, ao fim do livro, perceber que o narrador vai ficando cada vez mais leve ao sentir que não vai morrer ao entrar no seu 91º ano de vida e que está disposto a viver com plenitude e sabor os seus cem anos de solidão.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Pedro Bandeira/O fantástico mistério de Feiurinha
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Sobre o livro
Pois agora você vai ter oportunidade! Conheça todos os mistérios que acontecem depois do fim!
Fonte
BANDEIRA, Pedro. O fantástico mistério de feiurinha. 23. ed. São Paulo: FTD, 1999. 94 p.